Novo tablet Juno Tab 4 LTE traz Debian, Ubuntu, Intel e conectividade

gadgets, distribuicoes

A Juno Computers anunciou o Juno Tab 4 LTE, um tablet que se destaca por sair de fábrica com distribuições Linux tradicionais e consolidadas no ecossistema de código aberto.

Eu tenho demanda para um dispositivo assim: com opções nativas de distribuições reconhecidas (no caso, a escolha é entre Debian e Ubuntu), altamente portáteis (tela touchscreen 1920x1080 antirreflexo de 10,5 polegadas e chassi de 0,59 kg), com bateria, conectividade, e possibilidade de operar tanto com teclado físico quanto com touch screen.


Foto comercial de um Juno Tab 4 exibindo uma tela de ícones

A iniciativa da Juno é relativamente rara em um mercado carente de opções portáteis com Linux que não seja como parte do Android. Ao apostar em distribuições bem estabelecidas e interfaces otimizadas para toque, a fabricante permite a expectativa por um ambiente diferente daquele que se encontra no típico ecossistema fechado dos sistemas voltados ao mercado de dispositivos móveis.

Debaixo do capô, o tablet traz uma CPU Intel Celeron N300 (Alder Lake-N) de 8 núcleos e 8 threads, 12 GB de RAM e SSD M.2 SATA III de 1 TB. O diferencial de conectividade é um módulo LTE que oferece download de até 150 Mbps (além de Wi-Fi 6). No quesito expansão, tem duas portas USB-C (com saída de vídeo 4K!), uma porta micro HDMI, uma entrada para Micro SD, e conector para fone de ouvido.

Referência: Juno Tab 4 LTE Brings Intel N300 Power to a Rare Linux Tablet.

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Por Augusto Campos | 12/06/2026

WordPress Studio agora tem versão oficial para Linux, ou ao menos para o Ubuntu

web

O WordPress Studio, ambiente oficial da Automattic para desenvolvimento local, recebeu uma versão nativa para Linux (“começando pelo Ubuntu”, dizem eles).

A ferramenta promete permitir que desenvolvedores criem sites instantaneamente sem configurações complexas de servidores (“sem configurar Apache, sem Docker, sem 'na minha máquina funciona'”, diz o anúncio), ao rodar sem dependências locais, eliminando a necessidade de instalar manualmente a sua pilha PHP + MySQL.


Print do WordPress Studio rodando no Ubuntu

Os recursos incluem:

  • Domínios personalizados e HTTPS para seus sites locais, para que você possa desenvolver URLs realistas
  • Links de visualização com um clique para compartilhar seu trabalho em andamento com clientes, colegas de equipe ou testadores
  • Sincronização bidirecional com o WordPress.com, para que você possa transferir um site de produção ou de teste para o seu laptop e depois enviar de volta as alterações

Ele usa o WordPress Playground baseado em WebAssembly (WASM) e SQLite, rodando o CMS diretamente no ecossistema local, e inclui também a interface Studio CLI, para automação de rotinas via terminal (como criação e inicialização de sites).

O lançamento chega junto com a notícia de que a participação do WordPress caiu pelo 6º mês consecutivo (mas permanece dominante), após anos de crescimento consecutivo, com inflexão negativa associada às escolhas controversas da sua governança (ou “meses de ações judiciais, liminares, disputas de plugins e disputas públicas”).

Referência: WordPress Studio is now available for Linux users for seamless local website development.

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Por Augusto Campos | 12/06/2026

Cliente web: Elk chega à versão estável 1.0.0 e traz novos recursos para o Fediverso

redes, mastodon

O (ótimo) cliente web open source Elk alcançou oficialmente sua versão estável 1.0.0, introduzindo novos recursos de agendamento de postagens e suporte nativo a citações para usuários da rede Mastodon.


Print do Elk em duas janelas no GNOME
Interface do Elk rodando no navegador

A atualização adiciona o suporte a citações (“quote RTs”) e um botão dedicado para agendar posts diretamente na interface de publicação, e implementa confortos como ampliar automaticamente os (geralmente minúsculos) emojis personalizados, oferecer novos filtros aplicáveis a respostas e a reposts, e adicionar mais uma confirmação antes de consolidar um bloqueio a toda uma instância.

O lançamento da versão 1.0.0 consolida o Elk como uma alternativa madura no ecossistema de redes descentralizadas. Eu uso ocasionalmente, e recomendo a novos usuários – é uma alternativa de alta qualidade, e frequentemente oferece recursos e usabilidade bem à frente dos que estão presentes no cliente oficial do Mastodon.

Você pode usar na plataforma pública, ou instalar em seu próprio servidor, se desejar.

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Por Augusto Campos | 12/06/2026

Homebrew: gerenciador de pacotes para usuários lança versão 6.0

software

Nova versão traz mais proteção contra a recente onda de ataques a pacotes de repositórios open source, um método mais eficiente para gerenciar os metadados necessários às instalações, e o suporte a sandboxing de pacotes no Linux.

O Homebrew é um gerenciador de pacotes popular no Mac, e há algum tempo disponível também para Linux e para Windows (WSL), com um funcionamento similar aos típicos gerenciadores das distribuições, mas um diferencial: gerencia pacotes do usuário, e não do sistema – no Linux, por default, os pacotes instalados residem numa árvore de diretórias criada em .linuxbrew.


Print do site do Homebrew

A nova versão 6.0.0 traz uma série de atualizações oportunas relacionadas à prevenção da atual onda de ataques a pacotes de repositórios open source, não apenas quanto a defender o seu próprio repositório, mas também para mitigar a chance de vir a incluir nele um pacote comprometido em sua origem externa (como o PyPi, npm, RubyGems etc.).

Especificamente para Linux, passa a haver suporte a sandboxing dos pacotes, oferecendo algum isolamento de contexto de execução (com o bubblewrap), como também já é default no Mac, e também em caráter mitigatório aos riscos trazidos pela atual onda de comprometimentos.

A nova versão também traz ganhos de desempenho, opções default remodeladas (após uma pesquisa com os usuários) e várias outras novidades.

Referência: Homebrew: 6.0.0

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Por Augusto Campos | 11/06/2026

Desenvolvedor prepara patches para reduzir latência de jogos no KDE e competir melhor com o Windows

jogos

Para um usuário de Linux do século XX, como eu, esse tipo de notícia mostra como o mundo mudou: eu demorava semanas para conseguir configurar um PC novo para entrar no modo gráfico, e agora a luta é para reduzir uma diferença de latência medida em 4 milissegundos – avançamos!

O desenvolvedor Jakub Okoński tem trabalhado na comparação da latência de jogos entre Linux e Windows e, a partir do resultado, trabalhando para produzir algumas melhorias no compositor KWin, do KDE, para que a latência seja mais competitiva com a experiência de jogo no Microsoft Windows 11.


Uma placa Teensy 4.0 sobreposta a uma janela do editor Kate, no KDE
Um Teensy 4.0 em uma janela do KDE

Ele usou um microcontrolador Teensy para comparar a latência de jogos entre Windows 11 e Linux com KDE Plasma 6, medindo o tempo entre clique no mouse e fóton na tela, e encontrou diferenças de até 4 milissegundos entre os 2 sistemas operacionais.

A partir daí, buscou as causas, e desenvolveu patches para o código do KDE que reduzem cerca da metade dessa diferença, especialmente em jogos e aplicativos que rodam em janelas – mas também em alguns jogos que rodam em tela cheia.

Ele ainda não encerrou as pesquisas e o desenvolvimento, mas planeja enviar os patches ao KDE nas próximas semanas.

Referência: Linux latency measurements and compositor tuning | farnoy.dev

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Por Augusto Campos | 11/06/2026

ReactOS alcança um marco de desenvolvimento: passa a ser capaz de rodar o Half-Life

sistemas

O ReactOS, projeto que desde 1996 busca oferecer um sistema operacional open source capaz de rodar aplicativos e drivers desenvolvidos para Windows, alcançou um marco do seu desenvolvimento: passou a ser capaz de rodar a versão do Half-Life para Windows (que há alguns anos já conseguia inicializar parcialmente).


Half-Life rodando em uma janela do ReactOS

O marco não é pela funcionalidade (já que quem quer rodar o Half-Life fora do Windows já tem opções há um bom tempo), e sim pela maturidade do código do ReactOS, que agora já tem todos os recursos necessários a essa mesma tarefa.

Referência: ReactOS "Open-Source Windows" Reaches The Milestone Of Being Able To Run Half-Life - Phoronix

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Por Augusto Campos | 11/06/2026

Nextcloud completa 10 anos e lança versão que inclui o novo Euro‑Office

software

A nova versão Hub 26 Spring inclui sua já tradicional suíte web Collabora (derivada do LibreOffice), e também o recém-anunciado Euro-Office (fork do OnlyOffice), além dos recursos que o transformam em um substituto open source para produtos como o Dropbox, Microsoft 365 ou Google Drive.


banner comercial da NextCloud com várias telas da nova versão

O lançamento marca não apenas o momento em que a União Europeia renova sua ênfase em soberania tecnológica com software open source mantido fora das big techs e foco em privacidade, mas também o 10º aniversário do Nextcloud – originalmente um fork do ownCloud, que por sua vez iniciou em 2010.

Para quem pensa em usar o NextCloud como solução familiar ou pessoal, é possível instalá-lo em seu próprio servidor. Interessados em suporte corporativo também podem conhecê-lo usando o test-drive de uma hora de uma instalação corporativa.

Referência: Nextcloud Marks 10 Years With Hub 26 Spring, Euro‑Office, and Expanded AI - FOSS Force.

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Por Augusto Campos | 11/06/2026

GeoLibre chega à versão 1.0, para visualizar e analisar dados geospaciais

software

Saiu a versão 1.0 do GeoLibre, uma plataforma GIS leve e on-line para visualizar, explorar e analisar dados geoespaciais em ambientes desktop e web, que inclui um layout responsivo para telinhas móveis.


Print do demo do GeoLibre 1.0 mostrando a área ocupada por um conjunto de edifícios

A lista de formatos suportados e recursos disponíveis no GeoLibre impressiona, tanto para quem quer simplesmente usar no navegador, quanto para desenvolvedores interessados em inclui-lo em suas aplicações.

Este demo pode ajudar a compreender o estágio atual de maturidade do projeto.

Referência: GeoLibre 1.0.

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Por Augusto Campos | 11/06/2026

Alpine Linux 3.24 chega com melhor suporte a instalação remota e IPv6

distribuicoes

A distribuição minimalista Alpine Linux lançou hoje sua nova versão, com pacotes atualizados, mais suporte a instalações remotas, e melhorias no instalador.

As melhorias do instalador ‘setup-alpine’ incluem o suporte opcional ao gerenciador de boot Limine e o suporte a IPv6, além do gerenciamento de cenários em que a instalação remota seja efetuada a partir de um console serial, sem teclado, tela ou operador locais.


Logo do Alpine Linux

O Alpine é especialmente popular para aplicações relacionadas a segurança, conectividade, embarcadas e containers, e não tem um ambiente gráfico default, mas os repositórios da nova versão estão atualizados com o GNOME 50, KDE Plasma 6.6, Sway 1.12 e COSMIC. Debaixo do capô, as novidades incluem LLVM 22, Rust 1.96, OpenZFS 2.4.2, Qt 6.11, Ruby 3.4, Nginx 1.30 e mais.

Os downloads estão disponíveis nas opções Standard, Extended, Netboot, Raspberry Pi, Generic ARM e Mini Root Filesystem, para as arquiteturas 64 bits (x86_64), AArch64 (ARM64), ARMv7, 32 bits (x86), PowerPC 64 bits (ppc64le), IBM System z (s390x), e LoongArch64.

O Alpine Linux, você sabe, é uma distribuição diferenciada, que tem seu próprio modelo de pacotes, e usa os modestos musl libc, BusyBox e OpenRC onde as distribuições típicas esbanjam recursos com a glibc, GNU Coreutils e systemd.

Referência: Alpine 3.24.0 released | Alpine Linux.

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Por Augusto Campos | 10/06/2026

aMule 3.0.0: Nova versão do clássico aplicativo de compartilhamento P2P

p2p, software, downloads

O aMule, que está na estrada desde 2003, lançou hoje sua nova versão 'alive again', inaugurando a série 3⸱0, e mantendo a compatibilidade com os demais programas que usam o protocolo eMule.

É a primeira versão 'major' do aMule em mais de 5 anos (desde a 2.3.3, de fevereiro de 2021), e as principais mudanças são melhorias no desempenho dos downloads, revisão completa do sistema de compilação (sai autotools, entra CMake), executáveis nativos para Linux, Mac e Windows, e uma limpeza completa da API legada.


Um print da janela do aMule

Sobre as melhorias de desempenho, o Changelog da versão 3.0.0 tem uma tabela com números tão grandes a ponto de serem espantosos, multiplicando por 100 (ou mais - até 380x) o desempenho (medido em MB/s de download) obtido na versão 2.3.3. A razão é uma reescrita das rotinas, incluindo separar as threads de comunicação em rede e de escrita em disco.

Há pacotes oficiais para linux nos formatos AppImage e FlatPak.

Referência: @sam@neopaquita.es

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Por Augusto Campos | 9/06/2026

Mais de 70 repositórios da Microsoft no GitHub foram desativados após invasão e inserção de malware

seguranca, distopia

A Microsoft confirma que desativou mais de 70 dos seus próprios repositórios open source no GitHub, incluindo vários relacionados ao Azure e a agentes de IA, enquanto investiga uma invasão.


Logos da Microsoft e do GitHub

Como tem sido frequente na atual onda de ataques, o alvo é roubar credenciais de quem instalar o software dos repositórios: os invasores injetaram malware que coleta as chaves e tokens de acesso ao Claude, Gemini e similares.

Consultada, a Microsoft se recusou a informar quantas pessoas fizeram o download dos pacotes infectados, enquanto estiveram disponibilizados nos repositórios da empresa no GitHub (que também pertence à Microsoft).

Referência: techcrunch.com

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Por Augusto Campos | 9/06/2026

Fedora 44 para RISC-V está disponível, com suporte para plaquinhas OrangePi, Banana Pi e mais

distribuicoes

O Fedora 44 para hardware RISC-V está disponível nas opções container, servidor e nuvem, em imagens criadas e mantidas pela própria comunidade Fedora.


Foto esquemática do OrangePi RV com legendas mostrando seus componentes e conectores
Um OrangePi RV

As imagens do Fedora 44 para RISC-V usam um kernel baseado no Linux 6.19, próximo ao upstream, e foram testadas no Vision Five 2, Orange Pi RV e Milk-V Mars.

O suporte a arquiteturas variadas é consequência do kernel "Omni", criado para suportar um conjunto mais amplo de placas RISC-V, inclusive com recursos que ainda não estão disponíveis no kernel Linux upstream, e por isso a distribuição oferece compatibilidade com o Banana Pi BPI-F3, Bit-Brick K1, DeepComputing fml13v01, Lichee Pi 4A, Milk-V Jupiter, Milk-V Mars, Milk-V Megrez, Milk-V Titan, OrangePi R2S, OrangePi RV, OrangePi RV2, Pine64 STARPro64, SiFive HiFive P550, SiFive HiFive Unmatched, SpacemiT K3 Pico-ITX, StarFive VisionFive 2 e StarFive VisionFive 2 Lite.

Referência: phoronix.com

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Por Augusto Campos | 9/06/2026

O que fazer após instalar o Ubuntu 26.04

distribuicoes

Os vizinhos do VivaoLinux publicaram hoje um artigo de Xerxes Lins com uma lista prática de sugestões de configuração e personalização para usuários do Ubuntu.


Um banner do Ubuntu 26.04 Resolute Raccoon

Começa assim: “Depois de instalar o Ubuntu 26.04, o desktop já está pronto para uso, mas alguns passos tornam a máquina mais útil, segura e confortável no dia a dia. Atualizações, drivers, codecs, backups, firewall e preferências de privacidade são cuidados básicos que valem a pena logo na primeira sessão.”

Referência: vivaolinux.com.br

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Por Augusto Campos | 9/06/2026

Desenvolvedor do rsync pede desculpas, lança versão corrigida, anuncia grupo de testadores

comunidade, seguranca

O LWN trouxe a informação e reproduziu o e-mail em que Andrew Tridgell pede desculpas e informa evoluções positivas, após a descoberta de regressões no código de versões recentes do rsync (depois de ele ter adotado o vibe coding), e de uma primeira reação bem menos positiva da parte dele.

Como eu disse no post que cobriu o capítulo anterior dessa novela, tenho imenso respeito pelo legado dele, e lamento especialmente que isso esteja acontecendo porque ele preferiria estar curtindo a aposentadoria mas não encontrou um mantenedor à altura para herdar o projeto.


Uma vinheta do rsync com o pinguim Tux

Nesse sentido, o pedido de desculpas dele também me entristece, por ser pelo fator errado: a reação inicial destemperada mereceria sim um pedido de desculpas, mas ter errado na disponibilização de código (mesmo que por uma imperícia que não é característica do seu histórico) é algo que acontece e não demanda se desculpar.

As notícias do contexto são boas: ele acabou se motivando para lançar uma nova série 3.5 do rsync; lançou uma versão 3.4.3 para corrigir as regressões recentes (que vem acompanhada de um kit para implementar as mesmas correções nas versões usadas em distribuições LTS correntes); para a futura série 3.5, criou um grupo de testadores, como prevenção adicional para novas regressões; não acha mais que seu novo software testador é a garantia universal de compatibilidade de código.

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Por Augusto Campos | 8/06/2026

Novidades no BR-Linux: IPv6, reacts aos posts, layout em celulares, mês do orgulho e mais

site, comunidade

No final de semana tive tempo de dedicar algumas horas à lista de pendências nas áreas que são mais visíveis pelos leitores, e aqui estão as novidades implementadas, que estarão em testes ao longo desta semana:

  1. Acesso ao BR-Linux via IPv6: ativado, e cadastrado no DNS. Endereço: 2607:F298:0006:A027:0000:0000:06FA:83EF. Atendendo à sugestão do @UnderEu@mas.to, que testou e validou. Obrigado!
  2. Celulares X Posts com vídeos: Consertei o layout em telas estreitas (celulares), que estava alargando demais quando algum post incluía um vídeo do YouTube. Agora o vídeo se restringe à largura da tela, mesmo quando o embed gerado pelo Youtube tenta expandi-lo.


Print de um post do BR-Linux mostrando os emojis de joinha, riso, corações, etc., e um número ao lado de cada um deles.
Exemplo de interface dos reacts/reações dos leitores

  1. Reações (joinha, etc.) aos posts: ativado, a princípio apenas para posts com até 1 semana de idade. Incluí 6 categorias, representadas subjetivamente, a partir dos emojis a seguir: 👍🏻 🤣 🥰 😮 😤 👎🏻. A sugestão foi do leitor Alexandre Anacleto, via formulário de contato, e o recurso está em teste, porque caso venha a me gerar esforço de moderação, não vou manter.
  2. Mês do orgulho: a comunidade LGBTQIAPN+ celebra em junho o Mês do Orgulho, e o BR-Linux reafirma ser a favor da inclusão e da diversidade. Na atualização dos termos de uso do site (que permanece na lista de pendências), procurarei deixar ainda mais claro que aqui se combate a discriminação, e não há lugar para homofobia e transfobia, assim como não se tolera racismo, capacitismo, xenofobia, misoginia, etarismo, gordofobia e várias outras manifestações da mesma espécie.
  3. Metadados dos posts: ajustes e evolução dos campos de tags, autoria, data, etc. dos posts, nas capas e nas páginas de post individual. A versão anterior era de um layout de 2013, ainda tinha link para compartilhar no Facebook…
  4. Formulário de indicação de notícias: está funcionando muito bem, e é sempre muito bom receber por meio dele as indicações das pautas que vocês desejam ver divulgadas aqui. Agora melhorei as instruções sobre o preenchimento dos campos (com exemplos!), e ajustei o antispam, porque os bots de spam já redescobriram esse recurso.
  5. Posts com texto enviado pelos leitores: reativação de um estilo de formatação específico para dar destaque especial quando o post é de texto enviado por leitores , que havia sido esquecido quando fiz a modernização do layout, num sprint anterior.

A retomada do site é bem trabalhosa, mas faço com prazer (e sem pressa). Ainda há muito a avançar!

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Por Augusto Campos | 8/06/2026