Diversos deputados estão solicitando a retomada dos projetos de lei que foram paralisados em 31 de janeiro, data que corresponde ao final da 51ª legislatura. É o que diz esse artigo do Info Guerra, inclusive com links para o site da camara dos deputados.
Postado por TaQ em 20 de março de 2003, 09:12 AM
...governo e coorporações sempre me lembram Sterling e seu Pirata de Dados...da ficção para o mundo real, as coisas são bem menos glamurosas, e se até para pessoas fora do meio técnico, o óbvio ululante já faz sentido, talvez estejamos precisando de alguma estratégia para pressionar mais claramente nossos dignissimos legisladores, afinal todos pagam a conta para Redmond...algum dos pinguins por aí tem alguma idéia??
Postado por: psytrx em março 20, 2003 11:52 AMEu acho que o tesouro público é bem diferente do que o capital de uma empresa. Um diretor não pode torrar o dinheiro num software só porque ele acha mais bonitinho ou tem mais recursos inúteis. Assim como existe a Lei das Licitações, que obriga todo um ritual na aquisição pelo poder público, em que geralmente quem ganha é quem tem o menor preço e que atenda uma determinada especificação, o mesmo deveria ocorrer com software. Para uma compra pública dar preferência a determinada marca, é preciso um motivo muito forte e embasado para dispensar a licitação. O mesmo deveria ser feito no caso de softwares.
Além do fator CUSTO empregado sempre nos debates políticos a respeito dos Softwares Livres há algo que creio ser muito maior que isso e portanto deveria, mesmo que este fosse um projeto mais caro, ser levado em consideração: É um dos deveres do Estado garantir o direito a liberdade e incentivá-la.
Que outros softwares tem fundamentos tão profundos no conceito de liberdade e a estimulam mais do que os SL?
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