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	<title>BR-Linux.org</title>
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	<description>Desde 1996 levando o Linux a sério</description>
	<lastBuildDate>Fri, 12 Jun 2026 15:11:59 -0300</lastBuildDate>
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		<item>
		<title><![CDATA[Arch Linux: Mais de 400 pacotes do repositório AUR infectados com rootkit]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/arch-linux-mais-de-400-pacotes-do-repositorio-aur-infectados-com-rootkit.html</link>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 15:11:53 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[Em novo capítulo da campanha internacional de comprometimento de repositórios de software, mais de 400 pacotes no ecossistema Arch Linux foram adulterados com um rootkit oculto e um malware focado em roubo de credenciais.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<h2 class="mylead">Em novo capítulo da campanha internacional de comprometimento de repositórios de software, mais de 400 pacotes no ecossistema Arch Linux foram adulterados com um rootkit oculto e um malware focado em roubo de credenciais.</h2>
<p>O comprometimento foi no AUR (Arch User Repository), onde invasores assumiram a responsabilidade por pacotes órfãos, e usaram esse acesso para modificar seus arquivos PKGBUILD, injetando de forma automatizada uma dependência maliciosa (chamada atomic-lockfile, e correspondendo ao malware) durante o processo de instalação.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Logo do Arch Linux" src="https://static.efetividade.net/img/arch-linux-white-41083.jpg"><br />
</figure></p>
<p>O AUR é um repositório mantido pela comunidade da distribuição Arch, e contém scripts de construção de pacotes (PKGBUILDs) com instruções para baixar, compilar e instalar software não disponível nos repositórios oficiais do Arch, tais como aplicativos proprietários, versões beta, utilitários de nicho e versões mais antigas de pacotes que retêm funcionalidades que podem ter sido removidas em versões posteriores.</p>
<p>Este ataque é mais um exemplo da série que vem expondo os limites (em termos de exposição a riscos) do modelo de governança comunitária de repositórios open source. Ao maliciosamente herdar a confiança histórica de softwares legítimos que foram abandonados por mantenedores anteriores, os cibercriminosos conseguiram enganar as ferramentas de detecção convencionais.</p>
<p>No campo estritamente técnico, a infecção ocorre por meio de scripts de pós-instalação que invocam o gerenciador de pacotes npm para rodar o executável malicioso. A ameaça se destaca por utilizar tecnologia eBPF (extended Berkeley Packet Filter), injetando código diretamente no kernel do Linux com privilégios elevados. </p>
<p>O rootkit atua interceptando chamadas de sistema para camuflar processos, arquivos e conexões de rede do sistema afetado. Adicionalmente, ele usa técnicas para tentar impedir análises de segurança, e possui rotinas focadas em colher chaves SSH, credenciais de nuvem (como AWS e GCP) e de VPNs, histórico da shell, cookies de navegadores e outras informações sensíveis.</p>
<p>Se você usa o Arch e o AUR, <a href="https://gist.github.com/Kidev/59bf9f5fb53ab5eee99f19a6a2fc3992">este script</a> pode ajudar a verificar se você instalou a versão infectada de algum dos pacotes comprometidos.</p>
<p>Referência: <a href="https://www.bleepingcomputer.com/news/security/over-400-arch-linux-packages-compromised-to-push-rootkit-infostealer/">Over 400 Arch Linux packages compromised to push rootkit, infostealer</a></p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/arch-linux-mais-de-400-pacotes-do-repositorio-aur-infectados-com-rootkit.html">Arch Linux: Mais de 400 pacotes do repositório AUR infectados com rootkit</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Novo tablet Juno Tab 4 LTE traz Debian, Ubuntu, Intel e conectividade]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/novo-tablet-juno-tab-4-lte-traz-debian-ubuntu-intel-e-conectividade.html</link>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 10:02:21 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[A Juno Computers anunciou o Juno Tab 4 LTE, um tablet que se destaca por sair de fábrica com distribuições Linux tradicionais e consolidadas no ecossistema de código aberto.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<h2 class="mylead">A Juno Computers <a href="https://junocomputers.com/us/product/juno-tab-4-lte/">anunciou o Juno Tab 4 LTE</a>, um tablet que se destaca por sair de fábrica com distribuições Linux tradicionais e consolidadas no ecossistema de código aberto.</h2>
<p>Eu tenho demanda para um dispositivo assim: com opções nativas de distribuições reconhecidas (no caso, a escolha é entre Debian e Ubuntu), altamente portáteis (tela touchscreen 1920x1080 antirreflexo de 10,5 polegadas e chassi de 0,59 kg), com bateria, conectividade, e possibilidade de operar tanto com teclado físico quanto com touch screen. </p>
<p><figure><br />
	<img alt="Foto comercial de um Juno Tab 4 exibindo uma tela de ícones" src="https://static.efetividade.net/img/tab4-lte-png-webp-749-51066.jpg"><br />
	<figcaption></figcaption><br />
</figure></p>
<p>A iniciativa da Juno é relativamente rara em um mercado carente de opções portáteis com Linux que não seja como parte do Android. Ao apostar em distribuições bem estabelecidas e interfaces otimizadas para toque, a fabricante permite a expectativa por um ambiente diferente daquele que se encontra no típico ecossistema fechado dos sistemas voltados ao mercado de dispositivos móveis.</p>
<p>Debaixo do capô, o tablet traz uma CPU Intel Celeron N300 (Alder Lake-N) de 8 núcleos e 8 threads, 12 GB de RAM e SSD M.2 SATA III de 1 TB. O diferencial de conectividade é um módulo LTE que oferece download de até 150 Mbps (além de Wi-Fi 6). No quesito expansão, tem duas portas USB-C (com saída de vídeo 4K!), uma porta micro HDMI, uma entrada para Micro SD, e conector para fone de ouvido.</p>
<p>Referência: <a href="https://linuxiac.com/juno-tab-4-lte-brings-intel-n300-power-to-a-rare-linux-tablet/">Juno Tab 4 LTE Brings Intel N300 Power to a Rare Linux Tablet</a>.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/novo-tablet-juno-tab-4-lte-traz-debian-ubuntu-intel-e-conectividade.html">Novo tablet Juno Tab 4 LTE traz Debian, Ubuntu, Intel e conectividade</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[WordPress Studio agora tem versão oficial para Linux, ou ao menos para o Ubuntu]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/wordpress-studio-agora-tem-versao-oficial-para-linux-ou-ao-menos-para-o-ubuntu.html</link>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 10:02:09 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[O WordPress Studio, ambiente oficial da Automattic para desenvolvimento local, recebeu uma versão nativa para Linux (“começando pelo Ubuntu”, dizem eles).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<h2 class="mylead">O WordPress Studio, ambiente oficial da Automattic para desenvolvimento local, recebeu uma versão nativa para Linux (“começando pelo Ubuntu”, dizem eles).</h2>
<p>A ferramenta promete permitir que desenvolvedores criem sites instantaneamente sem configurações complexas de servidores (“sem configurar Apache, sem Docker, sem &#39;na minha máquina funciona&#39;”, diz <a href="https://wordpress.com/blog/2026/06/11/wordpress-studio-linux/">o anúncio</a>), ao rodar sem dependências locais, eliminando a necessidade de instalar manualmente a sua pilha PHP + MySQL.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Print do WordPress Studio rodando no Ubuntu" src="https://static.efetividade.net/img/wordpress-studio-on-linux-17542.jpeg"><br />
</figure></p>
<p>Os recursos incluem:</p>
<ul>
<li>Domínios personalizados e HTTPS para seus sites locais, para que você possa desenvolver URLs realistas
<li>Links de visualização com um clique para compartilhar seu trabalho em andamento com clientes, colegas de equipe ou testadores
<li>Sincronização bidirecional com o WordPress.com, para que você possa transferir um site de produção ou de teste para o seu laptop e depois enviar de volta as alterações
</ul>
<p>Ele usa o WordPress Playground baseado em WebAssembly (WASM) e SQLite, rodando o CMS diretamente no ecossistema local, e inclui também a interface Studio CLI, para automação de rotinas via terminal (como criação e inicialização de sites).</p>
<p>O lançamento chega junto com a notícia de que <a href="https://www.theregister.com/saas/2026/06/03/automattics-cms-empire-shows-cracks-as-wordpress-share-falls/5250420">a participação do WordPress caiu pelo 6º mês consecutivo</a> (mas permanece dominante), após anos de crescimento consecutivo, com inflexão negativa associada às escolhas controversas da sua governança (ou “meses de ações judiciais, liminares, disputas de plugins e disputas públicas”).</p>
<p>Referência: <a href="https://alternativeto.net/news/2026/6/wordpress-studio-is-now-available-for-linux-users-for-seamless-local-website-development/">WordPress Studio is now available for Linux users for seamless local website development</a>.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/wordpress-studio-agora-tem-versao-oficial-para-linux-ou-ao-menos-para-o-ubuntu.html">WordPress Studio agora tem versão oficial para Linux, ou ao menos para o Ubuntu</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Cliente web: Elk chega à versão estável 1.0.0 e traz novos recursos para o Fediverso]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/cliente-web-elk-chega-a-versao-estavel-100-e-traz-novos-recursos-para-o-fediverso.html</link>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 10:01:50 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[O (ótimo) cliente web open source Elk alcançou oficialmente sua versão estável 1.0.0, introduzindo novos recursos de agendamento de postagens e suporte nativo a citações para usuários da rede Mastodon.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O (ótimo) cliente web open source <a href="https://elk.zone/m.webtoo.ls/public/local">Elk</a> alcançou oficialmente sua <a href="https://github.com/elk-zone/elk/releases/tag/v1.0.0">versão estável 1.0.0</a>, introduzindo novos recursos de agendamento de postagens e suporte nativo a citações para usuários da rede Mastodon.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Print do Elk em duas janelas no GNOME" src="https://static.efetividade.net/img/elk-og-png-800-53141.jpg"><br />
	<figcaption>Interface do Elk rodando no navegador</figcaption><br />
</figure></p>
<p>A atualização adiciona o suporte a citações (“quote RTs”) e um botão dedicado para agendar posts diretamente na interface de publicação, e implementa confortos como ampliar automaticamente os (geralmente minúsculos) emojis personalizados, oferecer novos filtros aplicáveis a respostas e a reposts, e adicionar mais uma confirmação antes de consolidar um bloqueio a toda uma instância.</p>
<p>O lançamento da versão 1.0.0 consolida o Elk como uma alternativa madura no ecossistema de redes descentralizadas. Eu uso ocasionalmente, e recomendo a novos usuários – é uma alternativa de alta qualidade, e frequentemente oferece recursos e usabilidade bem à frente dos que estão presentes no cliente oficial do Mastodon.</p>
<p>Você pode usar <a href="https://elk.zone/m.webtoo.ls/public/local">na plataforma pública</a>, ou instalar em seu próprio servidor, se desejar.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/cliente-web-elk-chega-a-versao-estavel-100-e-traz-novos-recursos-para-o-fediverso.html">Cliente web: Elk chega à versão estável 1.0.0 e traz novos recursos para o Fediverso</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Homebrew: gerenciador de pacotes para usuários lança versão 6.0]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/homebrew-gerenciador-de-pacotes-para-usuarios-lanca-versao-60.html</link>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 16:50:13 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[Nova versão traz mais proteção contra a recente onda de ataques a pacotes de repositórios open source, um método mais eficiente para gerenciar os metadados necessários às instalações, e o suporte a sandboxing de pacotes no Linux.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<h2 class="mylead">Nova versão traz mais proteção contra a recente onda de ataques a pacotes de repositórios open source, um método mais eficiente para gerenciar os metadados necessários às instalações, e o suporte a <em>sandboxing</em> de pacotes no Linux.</h2>
<p>O <a href="https://brew.sh/">Homebrew</a> é um gerenciador de pacotes popular no Mac, e há algum tempo disponível também para Linux e para Windows (WSL), com um funcionamento similar aos típicos gerenciadores das distribuições, mas um diferencial: gerencia pacotes do usuário, e não do sistema – no Linux, por default, os pacotes instalados residem numa árvore de diretórias criada em <code>.linuxbrew</code>.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Print do site do Homebrew" src="https://static.efetividade.net/img/CleanShot-2026-06-11-16-46-31-pBN05op6-png-685-70605.jpg"><br />
</figure></p>
<p>A <a href="https://brew.sh/2026/06/11/homebrew-6.0.0/">nova versão 6.0.0</a> traz uma série de atualizações oportunas relacionadas à <a href="https://docs.brew.sh/Supply-Chain-Security">prevenção da atual onda de ataques a pacotes de repositórios open source</a>, não apenas quanto a defender o seu próprio repositório, mas também para mitigar a chance de vir a incluir nele um pacote comprometido em sua origem externa (como o PyPi, npm, RubyGems etc.).</p>
<p>Especificamente para Linux, passa a haver suporte a sandboxing dos pacotes, oferecendo algum isolamento de contexto de execução (com o <a href="https://github.com/containers/bubblewrap">bubblewrap</a>), como também já é default no Mac, e também em caráter mitigatório aos riscos trazidos pela atual onda de comprometimentos.</p>
<p>A nova versão também traz ganhos de desempenho, opções default remodeladas (após uma pesquisa com os usuários) e várias outras novidades.</p>
<p>Referência: <a href="https://brew.sh/2026/06/11/homebrew-6.0.0/">Homebrew: 6.0.0</a><br />
<!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/homebrew-gerenciador-de-pacotes-para-usuarios-lanca-versao-60.html">Homebrew: gerenciador de pacotes para usuários lança versão 6.0</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Desenvolvedor prepara patches para reduzir latência de jogos no KDE e competir melhor com o Windows]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/desenvolvedor-prepara-patches-para-reduzir-latencia-de-jogos-no-kde-e-competir-melhor-com-o-windows.html</link>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:36:43 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[Para um usuário de Linux do século XX, como eu, esse tipo de notícia mostra como o mundo mudou: eu demorava semanas para conseguir configurar um PC novo para entrar no modo gráfico, e agora a luta é para reduzir uma diferença de]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<h2 class="mylead">Para um usuário de Linux do século XX, como eu, esse tipo de notícia mostra como o mundo mudou: eu demorava semanas para conseguir configurar um PC novo para entrar no modo gráfico, e agora a luta é para reduzir uma diferença de latência medida em 4 milissegundos – avançamos!</h2>
<p>O desenvolvedor Jakub Okoński tem trabalhado na comparação da latência de jogos entre Linux e Windows e, a partir do resultado, trabalhando para produzir algumas melhorias no compositor KWin, do KDE, para que a latência seja mais competitiva com a experiência de jogo no Microsoft Windows 11.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Uma placa Teensy 4.0 sobreposta a uma janela do editor Kate, no KDE" src="https://static.efetividade.net/img/KWin-Plasma-5-16-902786-png-800-77380.jpg"><br />
	<figcaption>Um Teensy 4.0 em uma janela do KDE</figcaption><br />
</figure></p>
<p>Ele usou um microcontrolador Teensy para comparar a latência de jogos entre Windows 11 e Linux com KDE Plasma 6, medindo o tempo entre clique no mouse e fóton na tela, e encontrou diferenças de até 4 milissegundos entre os 2 sistemas operacionais. </p>
<p>A partir daí, buscou as causas, e desenvolveu patches para o código do KDE que reduzem cerca da metade dessa diferença, especialmente em jogos e aplicativos que rodam em janelas – mas também em alguns jogos que rodam em tela cheia.</p>
<p>Ele ainda não encerrou as pesquisas e o desenvolvimento, mas planeja enviar os patches ao KDE nas próximas semanas.</p>
<p>Referência: <a href="https://farnoy.dev/posts/linux-latency">Linux latency measurements and compositor tuning | farnoy.dev</a></p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/desenvolvedor-prepara-patches-para-reduzir-latencia-de-jogos-no-kde-e-competir-melhor-com-o-windows.html">Desenvolvedor prepara patches para reduzir latência de jogos no KDE e competir melhor com o Windows</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[ReactOS alcança um marco de desenvolvimento: passa a ser capaz de rodar o Half-Life]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/reactos-alcanca-um-marco-de-desenvolvimento-passa-a-ser-capaz-de-rodar-o-half-life.html</link>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:35:29 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[O ReactOS, projeto que desde 1996 busca oferecer um sistema operacional open source capaz de rodar aplicativos e drivers desenvolvidos para Windows, alcançou um marco do seu desenvolvimento: passou a ser capaz de rodar a versão do Half-Life]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O ReactOS, projeto que desde 1996 busca oferecer um sistema operacional open source capaz de rodar aplicativos e drivers desenvolvidos para Windows, alcançou um marco do seu desenvolvimento: passou a ser capaz de rodar a versão do Half-Life para Windows (que há alguns anos já conseguia inicializar parcialmente).</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Half-Life rodando em uma janela do ReactOS" src="https://static.efetividade.net/img/image.php-67228.webp"><br />
</figure></p>
<p>O marco não é pela funcionalidade (já que quem quer rodar o Half-Life fora do Windows já tem opções há um bom tempo), e sim pela maturidade do código do ReactOS, que agora já tem todos os recursos necessários a essa mesma tarefa.</p>
<p>Referência: <a href="https://www.phoronix.com/news/ReactOS-Running-Half-Life">ReactOS "Open-Source Windows" Reaches The Milestone Of Being Able To Run Half-Life - Phoronix</a></p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/reactos-alcanca-um-marco-de-desenvolvimento-passa-a-ser-capaz-de-rodar-o-half-life.html">ReactOS alcança um marco de desenvolvimento: passa a ser capaz de rodar o Half-Life</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Nextcloud completa 10 anos e lança versão que inclui o novo Euro‑Office]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/nextcloud-completa-10-anos-e-lanca-versao-que-inclui-o-novo-eurooffice.html</link>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:34:43 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[A nova versão Hub 26 Spring inclui sua já tradicional suíte web Collabora (derivada do LibreOffice), e também o recém-anunciado Euro-Office (fork do OnlyOffice), além dos recursos que o transformam em um substituto open source para]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A nova versão <a href="https://nextcloud.com/blog/nextcloud-hub26-spring/">Hub 26 Spring</a> inclui sua já tradicional suíte web Collabora (derivada do LibreOffice), e também o recém-anunciado Euro-Office (fork do OnlyOffice), além dos recursos que o transformam em um substituto open source para produtos como o Dropbox, Microsoft 365 ou Google Drive.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="banner comercial da NextCloud com várias telas da nova versão" src="https://static.efetividade.net/img/1ed2a4b39c90dd13-png-800-58920.jpg"><br />
</figure></p>
<p>O lançamento marca não apenas o momento em que a União Europeia renova sua ênfase em soberania tecnológica com software open source mantido fora das big techs e foco em privacidade, mas também o 10º aniversário do Nextcloud – originalmente um fork do ownCloud, que por sua vez iniciou em 2010.</p>
<p>Para quem pensa em usar o NextCloud como solução familiar ou pessoal, é possível <a href="https://nextcloud.com/install/#instructions-server">instalá-lo em seu próprio servidor</a>. Interessados em suporte corporativo também podem conhecê-lo usando <a href="https://nextcloud.com/sign-up/">o test-drive de uma hora</a> de uma instalação corporativa.</p>
<p>Referência: <a href="https://fossforce.com/2026/06/nextcloud-marks-10-years-with-hub-26-spring-euro-office-and-expanded-ai/">Nextcloud Marks 10 Years With Hub 26 Spring, Euro‑Office, and Expanded AI - FOSS Force</a>.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/nextcloud-completa-10-anos-e-lanca-versao-que-inclui-o-novo-eurooffice.html">Nextcloud completa 10 anos e lança versão que inclui o novo Euro‑Office</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[GeoLibre chega à versão 1.0, para visualizar e analisar dados geospaciais]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/geolibre-chega-a-versao-10-para-visualizar-e-analisar-dados-geospaciais.html</link>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:30:55 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[Saiu a versão 1.0 do GeoLibre, uma plataforma GIS leve e on-line para visualizar, explorar e analisar dados geoespaciais em ambientes desktop e web, que inclui um layout responsivo para telinhas móveis.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu a versão 1.0 do <a href="https://geolibre.app">GeoLibre</a>, uma plataforma GIS leve e on-line para visualizar, explorar e analisar dados geoespaciais em ambientes desktop e web, que inclui um layout responsivo para telinhas móveis.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Print do demo do GeoLibre 1.0 mostrando a área ocupada por um conjunto de edifícios" src="https://static.efetividade.net/img/CleanShot-2026-06-11-09-30-59-6gKAJKIj-png-800-21467.jpg"><br />
</figure></p>
<p>A lista de formatos suportados e recursos disponíveis no GeoLibre impressiona, tanto para quem quer simplesmente usar no navegador, quanto para desenvolvedores interessados em inclui-lo em suas aplicações. </p>
<p><a href="https://viewer.geolibre.app/?url=https://share.geolibre.app/giswqs/3d-tiles.geolibre.json">Este demo</a> pode ajudar a compreender o estágio atual de maturidade do projeto.</p>
<p>Referência: <a href="https://geolibre.app/">GeoLibre 1.0</a>.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/geolibre-chega-a-versao-10-para-visualizar-e-analisar-dados-geospaciais.html">GeoLibre chega à versão 1.0, para visualizar e analisar dados geospaciais</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Alpine Linux 3.24 chega com melhor suporte a instalação remota e IPv6]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/alpine-linux-324-chega-com-melhor-suporte-a-instalacao-remota-e-ipv6.html</link>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 09:59:07 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[A distribuição minimalista Alpine Linux lançou hoje sua nova versão, com pacotes atualizados, mais suporte a instalações remotas, e melhorias no instalador.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>
A distribuição minimalista Alpine Linux lançou hoje sua nova versão, com pacotes atualizados, mais suporte a instalações remotas, e melhorias no instalador.</p>
<p>As melhorias do instalador ‘setup-alpine’ incluem o suporte opcional ao gerenciador de boot Limine e o suporte a IPv6, além do gerenciamento de cenários em que a instalação remota seja efetuada a partir de um console serial, sem teclado, tela ou operador locais.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Logo do Alpine Linux" src="https://static.efetividade.net/img/alpine-linux-65250.webp"><br />
</figure></p>
<p>O Alpine é especialmente popular para aplicações relacionadas a segurança, conectividade, embarcadas e containers, e não tem um ambiente gráfico default, mas os repositórios da nova versão estão atualizados com o GNOME 50, KDE Plasma 6.6, Sway 1.12 e COSMIC. Debaixo do capô, as novidades incluem LLVM 22, Rust 1.96, OpenZFS 2.4.2, Qt 6.11, Ruby 3.4, Nginx 1.30 e mais.</p>
<p>Os downloads estão disponíveis nas opções Standard, Extended, Netboot, Raspberry Pi, Generic ARM e Mini Root Filesystem, para as arquiteturas 64 bits (x86_64), AArch64 (ARM64), ARMv7, 32 bits (x86), PowerPC 64 bits (ppc64le), IBM System z (s390x), e LoongArch64.</p>
<p>O Alpine Linux, você sabe, é uma distribuição diferenciada, que tem seu próprio modelo de pacotes, e usa os modestos musl libc, BusyBox e OpenRC onde as distribuições típicas esbanjam recursos com a glibc, GNU Coreutils e systemd.</p>
<p>Referência: <a href="https://alpinelinux.org/posts/Alpine-3.24.0-released.html">Alpine 3.24.0 released | Alpine Linux</a>.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/alpine-linux-324-chega-com-melhor-suporte-a-instalacao-remota-e-ipv6.html">Alpine Linux 3.24 chega com melhor suporte a instalação remota e IPv6</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[aMule 3.0.0: Nova versão do clássico aplicativo de compartilhamento P2P]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/amule-300-nova-versao-do-classico-aplicativo-de-compartilhamento-p2p.html</link>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 09:38:46 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[O aMule, que está na estrada desde 2003, lançou hoje sua nova versão &#39;alive again&#39;, inaugurando a série 3⸱0, e mantendo a compatibilidade com os demais programas que usam o protocolo eMule.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<br />
<h2 class="mylead">O aMule, que está na estrada desde 2003, <a href="https://amule-org.github.io/changelog/3.0.0">lançou hoje sua nova versão &#39;alive again&#39;</a>, inaugurando a série 3⸱0, e mantendo a compatibilidade com os demais programas que usam o protocolo eMule.</h2>
<p>É a primeira versão &#39;major&#39; do aMule em mais de 5 anos (desde a 2.3.3, de fevereiro de 2021), e as principais mudanças são melhorias no desempenho dos downloads, revisão completa do sistema de compilação (sai autotools, entra CMake), executáveis nativos para Linux, Mac e Windows, e uma limpeza completa da API legada.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Um print da janela do aMule" src="https://static.efetividade.net/img/-downloads-png-800-48817.jpg"><br />
</figure></p>
<p>Sobre as melhorias de desempenho, o <a href="https://amule-org.github.io/changelog/3.0.0">Changelog da versão 3.0.0</a> tem uma tabela com números tão grandes a ponto de serem espantosos, multiplicando por 100 (ou mais - até 380x) o desempenho (medido em MB/s de download) obtido na versão 2.3.3. A razão é uma reescrita das rotinas, incluindo separar as threads de comunicação em rede e de escrita em disco.</p>
<p>Há pacotes oficiais para linux nos formatos AppImage e FlatPak.</p>
<p>Referência: <a href="https://neopaquita.es/@sam/116715731047824778">@sam@neopaquita.es</a></p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/amule-300-nova-versao-do-classico-aplicativo-de-compartilhamento-p2p.html">aMule 3.0.0: Nova versão do clássico aplicativo de compartilhamento P2P</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Mais de 70 repositórios da Microsoft no GitHub foram desativados após invasão e inserção de malware]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/mais-de-70-repositorios-da-microsoft-no-github-foram-desativados-apos-invasao-e-insercao-de-malware.html</link>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 09:36:48 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[A Microsoft confirma que desativou mais de 70 dos seus próprios repositórios open source no GitHub, incluindo vários relacionados ao Azure e a agentes de IA, enquanto investiga uma invasão.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Microsoft confirma que desativou mais de 70 dos seus próprios repositórios open source no GitHub, incluindo vários relacionados ao Azure e a agentes de IA, enquanto investiga uma invasão. </p>
<p><figure><br />
	<img alt="Logos da Microsoft e do GitHub" src="https://static.efetividade.net/img/ms-plus-github-tn.png-51355.webp"><br />
</figure></p>
<p>Como tem sido frequente na atual onda de ataques, o alvo é roubar credenciais de quem instalar o software dos repositórios: os invasores injetaram malware que coleta as chaves e tokens de acesso ao Claude, Gemini e similares.</p>
<p>Consultada, a Microsoft se recusou a informar quantas pessoas fizeram o download dos pacotes infectados, enquanto estiveram disponibilizados nos repositórios da empresa no GitHub (que também pertence à Microsoft).</p>
<p>Referência: <a href="https://techcrunch.com/2026/06/08/microsofts-open-source-tools-were-hacked-to-steal-passwords-of-ai-developers/">techcrunch.com</a></p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/mais-de-70-repositorios-da-microsoft-no-github-foram-desativados-apos-invasao-e-insercao-de-malware.html">Mais de 70 repositórios da Microsoft no GitHub foram desativados após invasão e inserção de malware</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Fedora 44 para RISC-V está disponível, com suporte para plaquinhas OrangePi, Banana Pi e mais]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/fedora-44-para-risc-v-esta-disponivel-com-suporte-para-plaquinhas-orangepi-banana-pi-e-mais.html</link>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 09:35:22 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[O Fedora 44 para hardware RISC-V está disponível nas opções container, servidor e nuvem, em imagens criadas e mantidas pela própria comunidade Fedora.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>
O <a href="Fedora Discourse">Fedora 44 para hardware RISC-V está disponível</a> nas opções container, servidor e nuvem, em imagens criadas e mantidas pela própria comunidade Fedora.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Foto esquemática do OrangePi RV com legendas mostrando seus componentes e conectores" src="https://static.efetividade.net/img/CleanShot-2026-06-09-08-56-944969-png-800-53744.jpg"><br />
	<figcaption>Um OrangePi RV</figcaption><br />
</figure></p>
<p>As imagens do Fedora 44 para RISC-V usam um kernel baseado no Linux 6.19, próximo ao upstream, e foram testadas no Vision Five 2, Orange Pi RV e Milk-V Mars.</p>
<p>O suporte a arquiteturas variadas é consequência do kernel "Omni", criado para suportar um conjunto mais amplo de placas RISC-V, inclusive com recursos que ainda não estão disponíveis no kernel Linux upstream, e por isso a distribuição oferece compatibilidade com o Banana Pi BPI-F3, Bit-Brick K1, DeepComputing fml13v01, Lichee Pi 4A, Milk-V Jupiter, Milk-V Mars, Milk-V Megrez, Milk-V Titan, OrangePi R2S, OrangePi RV, OrangePi RV2, Pine64 STARPro64, SiFive HiFive P550, SiFive HiFive Unmatched, SpacemiT K3 Pico-ITX, StarFive VisionFive 2 e StarFive VisionFive 2 Lite.</p>
<p>Referência: <a href="https://www.phoronix.com/news/Fedora-44-RISC-V-Images">phoronix.com</a></p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/fedora-44-para-risc-v-esta-disponivel-com-suporte-para-plaquinhas-orangepi-banana-pi-e-mais.html">Fedora 44 para RISC-V está disponível, com suporte para plaquinhas OrangePi, Banana Pi e mais</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[O que fazer após instalar o Ubuntu 26.04]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/o-que-fazer-apos-instalar-o-ubuntu-2604.html</link>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 09:34:40 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[Os vizinhos do VivaoLinux publicaram hoje um artigo de Xerxes Lins com uma lista prática de sugestões de configuração e personalização para usuários do Ubuntu.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os vizinhos do VivaoLinux publicaram hoje um artigo de Xerxes Lins com uma lista prática de sugestões de configuração e personalização para usuários do Ubuntu. </p>
<p><figure><br />
	<img alt="Um banner do Ubuntu 26.04 Resolute Raccoon" src="https://static.efetividade.net/img/ubuntu-raccoon-26-54613.png"><br />
	<figcaption></figcaption><br />
</figure></p>
<p>Começa assim: “Depois de instalar o Ubuntu 26.04, o desktop já está pronto para uso, mas alguns passos tornam a máquina mais útil, segura e confortável no dia a dia. Atualizações, drivers, codecs, backups, firewall e preferências de privacidade são cuidados básicos que valem a pena logo na primeira sessão.” </p>
<p>Referência: <a href="https://www.vivaolinux.com.br/artigo/O-que-fazer-apos-instalar-o-Ubuntu-2604">vivaolinux.com.br</a></p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/o-que-fazer-apos-instalar-o-ubuntu-2604.html">O que fazer após instalar o Ubuntu 26.04</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Desenvolvedor do rsync pede desculpas, lança versão corrigida, anuncia grupo de testadores]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/desenvolvedor-do-rsync-pede-desculpas-lanca-versao-corrigida-anuncia-grupo-de-testadores.html</link>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 16:31:42 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[O LWN trouxe a informação e reproduziu o e-mail em que Andrew Tridgell pede desculpas e informa evoluções positivas, após a descoberta de regressões no código de versões recentes do rsync (depois de ele ter adotado o vibe coding), e]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O LWN <a href="https://lwn.net/Articles/1076989/#Comments">trouxe a informação</a> e <a href="https://lwn.net/ml/all/CAAbv5GYjCWdvALZHZ5B-ep4p7tvMDYrQWKexjM2fLM%2BhtGyVGg%40mail.gmail.com/">reproduziu o e-mail</a> em que Andrew Tridgell pede desculpas e informa evoluções positivas, após a <a href="Novas versões do rsync trazem bugs críticos surpreendentes e foram feitas com IA">descoberta de regressões no código de versões recentes do rsync</a> (depois de ele ter adotado o <em>vibe coding</em>), e de <a href="https://br-linux.org/2026/01/criador-do-rsync-responde-mal-a-controversia-sobre-as-regressoes-causadas-pelo-seu-uso-de-vibe-coding.html">uma primeira reação bem menos positiva</a> da parte dele.</p>
<p>Como eu disse <a href="https://br-linux.org/2026/01/criador-do-rsync-responde-mal-a-controversia-sobre-as-regressoes-causadas-pelo-seu-uso-de-vibe-coding.html">no post que cobriu o capítulo anterior</a> dessa novela, tenho imenso respeito pelo legado dele, e lamento especialmente que isso esteja acontecendo porque ele preferiria estar curtindo a aposentadoria mas não encontrou um mantenedor à altura para herdar o projeto.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Uma vinheta do rsync com o pinguim Tux" src="https://static.efetividade.net/img/rsync-58506.png"><br />
</figure></p>
<p>Nesse sentido, o pedido de desculpas dele também me entristece, por ser pelo fator errado: a reação inicial destemperada mereceria sim um pedido de desculpas, mas ter errado na disponibilização de código (mesmo que por uma imperícia que não é característica do seu histórico) é algo que acontece e não demanda se desculpar. </p>
<p>As notícias do contexto são boas: ele acabou se motivando para lançar uma nova série 3.5 do rsync; lançou uma versão 3.4.3 para corrigir as regressões recentes (que vem acompanhada de um kit para implementar as mesmas correções nas versões usadas em distribuições LTS correntes); para a futura série 3.5, criou um grupo de testadores, como prevenção adicional para novas regressões; não acha mais que seu novo software testador é a garantia universal de compatibilidade de código.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/desenvolvedor-do-rsync-pede-desculpas-lanca-versao-corrigida-anuncia-grupo-de-testadores.html">Desenvolvedor do rsync pede desculpas, lança versão corrigida, anuncia grupo de testadores</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
	</channel>
</rss>
